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Rio de Janeiro – 19 de Abril de 1963

21ª CONCILIO ECUMÊNICO
Um concílio ecuménico (pt) ou concílio ecumênico (pt-BR) é uma reunião de todos os bispos (epískopos) cristãos convocada para discutir e resolver as questões doutrinais ou disciplinares da Igreja Cristã. A palavra ecumênico deriva do grego “οἰκουμένη”, que significa literalmente “o mundo habitado”. Inicialmente, ela foi usada para se referir ao Império Romano e, posteriormente, passou a ser aplicado para designar o mundo em geral. Devido aos cismas, a aceitação desses concílios varia muito entre as diferentes denominações do cristianismo.
As Igrejas cristãs que se separaram com as demais por causa de divergências cristológicas aceitam somente os concílios ecumênicos que se realizaram antes da sua separação: assim, a Igreja Assíria do Oriente aceita os dois primeiros e as Igrejas ortodoxas orientais os três primeiros. Até ao século IX, sete concílios ecumênicos reconhecidos tanto pela Igreja Católica como pela Igreja Ortodoxa foram realizadas, antes da sua separação (século XI). Desde então, a Igreja Ortodoxa não tem reconhecido como ecumênico mais nenhum concílio, pois não há mais a “ecumene”, ou seja, o imperador. De qualquer forma, a Igreja Ortodoxa continua realizando concílios com a mesma autoridade dos ecumênicos, chamados Concílios Pan-Ortodoxos. A Igreja Católica continuou a convocar e realizar concílios ecumênicos em comunhão plena com o Papa, que passou a ser a ecumene. Anglicanos, luteranos e algumas outras denominações protestantes reconhecem os quatro primeiros concílios ecumênicos e, em alguns casos, os primeiros sete.

1963.04.19 - 21º Concílio Ecumênico

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Um concílio ecuménico (pt) ou concílio ecumênico (pt-BR) é uma reunião de todos os bispos (epískopos) cristãos convocada para discutir e resolver as questões doutrinais ou disciplinares da Igreja Cristã. A palavra ecumênico deriva do grego “οἰκουμένη”, que significa literalmente “o mundo habitado”. Inicialmente, ela foi usada para se referir ao Império Romano e, posteriormente, passou a ser aplicado para designar o mundo em geral. Devido aos cismas, a aceitação desses concílios varia muito entre as diferentes denominações do cristianismo.
As Igrejas cristãs que se separaram com as demais por causa de divergências cristológicas aceitam somente os concílios ecumênicos que se realizaram antes da sua separação: assim, a Igreja Assíria do Oriente aceita os dois primeiros e as Igrejas ortodoxas orientais os três primeiros. Até ao século IX, sete concílios ecumênicos reconhecidos tanto pela Igreja Católica como pela Igreja Ortodoxa foram realizadas, antes da sua separação (século XI). Desde então, a Igreja Ortodoxa não tem reconhecido como ecumênico mais nenhum concílio, pois não há mais a “ecumene”, ou seja, o imperador. De qualquer forma, a Igreja Ortodoxa continua realizando concílios com a mesma autoridade dos ecumênicos, chamados Concílios Pan-Ortodoxos. A Igreja Católica continuou a convocar e realizar concílios ecumênicos em comunhão plena com o Papa, que passou a ser a ecumene. Anglicanos, luteranos e algumas outras denominações protestantes reconhecem os quatro primeiros concílios ecumênicos e, em alguns casos, os primeiros sete.