ANVERSO
A composição destaca o mar e os objetos tradicionais do universo sagrado do oficial Moedeiro, um como caminho de origem da Casa da Moeda do Brasil vinda de Portugal, e outro por se dever à força de trabalho do Moedeiro a notável longevidade de mais de três séculos de existência e de exercício ininterrupto da empresa, na criação e produção do meio circulante brasileiro.

A história tricentenária vinda de “além-mar”, é destacada, nas medalhas com tampografia,pela aplicação de imagem inspirada no mar, que nasce em ondas de mescla de tons de azul claro e se aprofunda até o puro azul Royal - o “Azulão”. A cor adotada como oficial da marca CMB, é identidade institucional tão presente que distingue o uniforme dos trabalhadores da indústria moedeira, bem como carinhosamente apelida a categoria homenageada na Medalha. Em primeiro plano ligeiramente deslocado à esquerda, Elmo e Espadim utilizados na cerimônia de sagração dos oficiais moedeiros pelo monarca de Portugal, aparecem entre o algarismo 3 e o numeral 25, separando respectivamente a quantidade de séculos fechados, do um quarto de século que se completa neste 2019. Acima, a era 1694 e 2019 ladeiam a lâmina do Espadim, que faz as vezes de Linha de Tempo.


REVERSO
A composição propõe uma alegoria à passagem de tempo. Ocupando todo o campo da medalha, uma Ampulheta - objeto dos mais antigos e frequentemente utilizado em navios para medir a passagem de tempo. Nessa gravura, a âmbola superior da ampulheta representa o passado das primeiras moedas do Brasil representadas aqui pelo Patacão de 1695 do qual caem “areias” que originam a produção atual da CMB, representada pela Moeda de um Real; A peça é ladeada por Leões Alados inspirados nas esculturas que guardam a entrada do Palácio no Centro do Rio de Janeiro, que foi a primeira construção erguida especialmente para abrigar a Casa da Moeda do Brasil. As feras que guardam o passado e o presente da CMB aparecem em posições espelhadas, evidenciando o contínuo movimento de virada da ampulheta para o infinito recomeço da contagem do tempo.

A tradição do passado estará sempre presente no futuro da Casa da Moeda do Brasil.


Criação: Glória Dias
Modelagem Anverso: Monique Porto;
Modelagem Reverso: Érika Takeyama e Gloria Dias
Tiragem: 100 unidades
Código da Peça: 0009
Tipo do produto: Medalha
Material: Bronze
Lançamento: 4/2019
Peso: 55g
Diâmetro: 50mm

Imagem meramente ilustrativa fornecida pela Casa da Moeda do Brasil

325 Anos da Casa da Moeda do Brasil

R$450,00 R$299,90
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ANVERSO
A composição destaca o mar e os objetos tradicionais do universo sagrado do oficial Moedeiro, um como caminho de origem da Casa da Moeda do Brasil vinda de Portugal, e outro por se dever à força de trabalho do Moedeiro a notável longevidade de mais de três séculos de existência e de exercício ininterrupto da empresa, na criação e produção do meio circulante brasileiro.

A história tricentenária vinda de “além-mar”, é destacada, nas medalhas com tampografia,pela aplicação de imagem inspirada no mar, que nasce em ondas de mescla de tons de azul claro e se aprofunda até o puro azul Royal - o “Azulão”. A cor adotada como oficial da marca CMB, é identidade institucional tão presente que distingue o uniforme dos trabalhadores da indústria moedeira, bem como carinhosamente apelida a categoria homenageada na Medalha. Em primeiro plano ligeiramente deslocado à esquerda, Elmo e Espadim utilizados na cerimônia de sagração dos oficiais moedeiros pelo monarca de Portugal, aparecem entre o algarismo 3 e o numeral 25, separando respectivamente a quantidade de séculos fechados, do um quarto de século que se completa neste 2019. Acima, a era 1694 e 2019 ladeiam a lâmina do Espadim, que faz as vezes de Linha de Tempo.


REVERSO
A composição propõe uma alegoria à passagem de tempo. Ocupando todo o campo da medalha, uma Ampulheta - objeto dos mais antigos e frequentemente utilizado em navios para medir a passagem de tempo. Nessa gravura, a âmbola superior da ampulheta representa o passado das primeiras moedas do Brasil representadas aqui pelo Patacão de 1695 do qual caem “areias” que originam a produção atual da CMB, representada pela Moeda de um Real; A peça é ladeada por Leões Alados inspirados nas esculturas que guardam a entrada do Palácio no Centro do Rio de Janeiro, que foi a primeira construção erguida especialmente para abrigar a Casa da Moeda do Brasil. As feras que guardam o passado e o presente da CMB aparecem em posições espelhadas, evidenciando o contínuo movimento de virada da ampulheta para o infinito recomeço da contagem do tempo.

A tradição do passado estará sempre presente no futuro da Casa da Moeda do Brasil.


Criação: Glória Dias
Modelagem Anverso: Monique Porto;
Modelagem Reverso: Érika Takeyama e Gloria Dias
Tiragem: 100 unidades
Código da Peça: 0009
Tipo do produto: Medalha
Material: Bronze
Lançamento: 4/2019
Peso: 55g
Diâmetro: 50mm

Imagem meramente ilustrativa fornecida pela Casa da Moeda do Brasil